http://frameptp.com/promote.php?id=342c2ad952f8cca815527f986f0d9bdf

sábado, 2 de julio de 2016

jueves, 30 de junio de 2016

A importância da língua espanhola

Olá pessoal. Quantas vezes ouvimos falar da importância dos idiomas estrangeiros? Milhares, neh?
Em se falando dos idiomas mais divulgados no mundo, o espanhol está numa das primeiras linhas. De fato, fora da Espanha, quase toda a América latina fala espanhol e hoje em dia o idioma ganhou maior importância nos Estados Unidos também, devido a estados quais California e Florida, entre outros, onde reveste um papel fundamental pelo grande número de hispanohablantes.
Para conseguir mais detalhes podemos ler esta página de Wikipedia:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hispanofonia

Não acham isso interessante?

miércoles, 29 de junio de 2016

Não é difícil, pois sim?

A vantagem do espanhol é a de ser próxima à língua portuguesa. Apesar de o espanhol ter os chamados "falsos amigos"(ou seja, palavras iguais às portuguesas, mas que possuem sentido diferente), a gramática espanhola não é complicada e a acentuação gráfica no espanhol é bem mais simples, se compararmos os dois idiomas. Cumpre ressaltar que os chamados "falsos amigos" não são prerrogativa do espanhol, também outros idiomas, p. ex. o italiano e alemão, possuem-nos.
Não se pautem pela pontuação que voçês viram debaixo da foto de um dos ouriços, achando o espanhol só por isso difícil. Trata-se de uma particularidade, bem fácil de aprender, da língua espanhola.

domingo, 26 de junio de 2016

viernes, 24 de junio de 2016

Gato e ratas


-Mis hermanos, ¿qué tal os parece salir de aquí?                   
De verdad estamos apretados lo bastante.                                 -Miauuuuu.                         
-Mmm, no me parece una buena idea.      
                                                                                                       -Miauuuuu.
-Por lo menos, no ahora...
                                                                                                     -Miauuuuu.
-Hay que aguantar...


¡-Miaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!

miércoles, 22 de junio de 2016

Vamos explicar ¿ e ¡

De novo esses sinais chatos, pois, neh?   ¿ e ¡?
Acho que eles merecem uma boa explicação. 
Apesar de aparecer complicados, a regra do uso deles é bem simples: antes de começar uma pergunta, em espanhol é preciso colocar o sinal ¿. A mesma regra vale para as esclamações: antes de iniciá-las, é  preciso colocar o sinal ¡.
Contudo, prestem atenção, vejam bem esta simples questão:

Ex.: Hola, ¿cómo estás?
Trad.: Olá, como você está?

Repararam? O sinalzinho ¿ foi colocado bem depois da vírgula, isto porque em espanhol uma questão só inicia-se depois de qualquer pontuação presente no período, caso que tiver.
Onde não tiver, a questão deverá ser escrita assim:

Ex.: ¿Onde vamos a comer hoy?
Trad.: Onde vamos comer hoje?

Exclamações:

Ex. (com vírgula envolvida): Mira, ¡qué conejo bonito!
Trad.: Olha, que coelho bonito!

Ex. (sem vírgula envolvida): ¡No quiero oir una palabra más!
Trad.: Não quero ouvir uma palavra mais!

Tudo clarinho?



lunes, 20 de junio de 2016

Nada de crase nem circumflexos

Esta poderia ser uma boa nova para todos que achem o idioma português complicado demais (acentuação gráfica infinita in primis). O espanhol não tem essa historinha de, "poxa vida, este "A" tem ou não tem crase? E' artigo ou preposição? Crase obrigatória, dispensada ou facultativa? Bem, isso tudo não existe no espanhol, idioma em que é muito fácil discernir entre "A" artigo, "A" preposição, "A" subintendendo um artigo indefinido (caso da crase dispensada), etc., simplesmente pela forma diferente de escrever. Os artigos espanhois não admitem contrações. Por ex., ir à escola, em espanhol se traduz com ir a la escuela.
Olhem ao exemplo aqui em baixo:


Perro y gato, buenos amigos, estudiando a la escuela = Cão e gato, bons amigos, estudando à escola

Além da crase, bom é dizer que o espanhol é um idioma que não possui o circumflexo.

sábado, 18 de junio de 2016

Acentuação no espanhol

Enfim...na língua espanhola existe acentuação. Mas à diferença da língua portuguesa, no espanhol fica mais fácil individuar e reconhecer as regras.

Começamos:


Oxítonas (esp. =agudas): acentuam-se as palavras que terminam em:

1) vogal. Ex.: café (=café)
2) N. Ex.: razón (=razão)
3) S. Ex.: inglés (=inglês)

Paroxítonas (esp. =graves ou llanas): acentuam-se as palavras que terminam em consoante que não seja N ou S.
Ex.: lápiz (=lápis), fácil (=fácil), azúcar (=açúcar)

Proparoxítonas (esp. =esdrújulas) e super proparoxítonas (esp. =sobresdrújulas).
Ex.: pájaro (=pássaro), últimamente (=ultimamente), cómpramelo (=compra-mo)

Ps: no que diz respeito às super proparoxítonas, preciso se faz esclarecer que, normalmente, em espanhol não trata-se de substantivos tout court: são advérbios (como no segundo exemplo) ou verbos incluindo pronomes + complemento de objeto, que na língua portuguesa seriam enclíticos (como no terceiro exemplo)

Caso do hiato:  acentuam-se as vogais fortes, para separa-las das fracas.
Ex.: día (=dia), todavía (=ainda) 

Todas estas regras atingem os verbos também.
Ex.: verás (=verás), verbo oxítono, haría (=faria), caso de hiato



jueves, 16 de junio de 2016

Um pequeno esquecimento

O pessoal me desculpe, esqueci-me da tradução da última conversa dos ouriços. Vou coloca-la, então, sem mais demora. 



-Meus irmãos, o que vocês acham em sairmos daqui?           
Estamos verdadeiramente bem apertados.                                            -Miauuuuu

-Mmm, não me parece uma boa ideia.

                                                                                                             -Miauuuuu
-Pelo menos, agora não...
                                                                                                           -Miauuuuu
-Temos de aguentar...


¡-Miaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!


domingo, 12 de junio de 2016

Repararam em que...

...não sempre é possível traduzir de um idioma para outro ao pé da letra? Este pequeno lembrete fica válido para quaisquer idiomas do mundo.

viernes, 10 de junio de 2016

Havia uma vez...



...o acento circunflexo no idioma espanhol. Mas apareceu e sumiu no mesmo século XVIII. Era colocado na vogal que seguia ch, que pronunciava-se k, e  x, que pronunciava-se ks. Ex.: chîmica, que mais tarde tornou-se química (port. = química). Ex. com xrelox, que mais tarde tornou-se reloj (port. = relojo). Quando ch (que em espanhol é considerada uma letra só) foi substituido por c/qu e x por i/(salvo casos anedóticos quais XiménezTexasMéxico e o nome pessoal feminino Ximena) o circunflexo perdeu sua razão de ser.



-Mi gorro ha desaparecido. Más vale buscarlo en google...

martes, 7 de junio de 2016

O bicho de sete cabeças

Vale dizer, esse pesadelo da língua portuguesa: a confusão entre o futuro do subjuntivo e o infinitivo pessoal. Muitas vezes se confundem e nós não sabemos qual dos dois usar. Ou, ao ler, qual está sendo usado. E' verdade que existe uma regra gramatical neste caso (o infinitivo pessoal é regido por preposição e o futuro do subjuntivo por conjunção), mas a boa notícia é a seguinte: em espanhol nunca teremos este problema, simplesmente porque não existe infinitivo pessoal nenhum! Além disso, em se falando do futuro do subjuntivo, sim, existe, mas é empregado em casos verdadeiramente limitados, por ex. em obras literárias antigas de renome, em poemas. 'As vezes, o futuro do subjuntivo espanhol é ainda utilizado em alguns documentos de grande solenidade. Na linguagem falada, nunca ouvi ninguém usa-lo. Nem nas escritas fora daquelas indicadas, por cultas que forem. Pode-se até dizer que trata-se de um tempo verbal de séculos passados, que bem poderia sumir como o acento circunflexo...porem é melhor deixar esta questão na mão da Real Academia Española... 

domingo, 5 de junio de 2016

Cuando oro

Eis aqui um belo hino em espanhol para crianças (que faz bem aos adultos também!). 

Estes são os links: 
https://www.youtube.com/watch?v=U1rrzD5Z-sc
https://www.youtube.com/watch?v=JQxsHk1yC0g

As letras dizem:

 "cuando oro a veces Dios dice si,
 cuando oro a veces Dios dice espera,
y a veces dice no y es a causa de Su amor
 pero siempre Dios contesta mi oración."


Postarei a tradução em português uma vez finalizadas minhas provas do semestre letivo, que pronto começarão. Entretanto gostariam tentar traduzir vocês mesmos? Não é difícil. Muito embora as regras gramaticais portuguesas e espanholas possuam muitas diferenças, a tradução deste hino é bem simples. Por agora vos direi que em espanhol o adverbio quando inicia com c.
Hasta la próxima!

sábado, 4 de junio de 2016

Cuando oro: traducción en portugués

Queridos amigos, llega finalmente la traducción del canto en español "Cuando oro", que en portugués se dice "Quando oro".

"quando oro às vezes Deus diz que sim
quando oro às vezes Deus diz espera
e às vezes diz que não e é por causa de Seu amor
porém sempre Deus responde à minha oração"

Claramente, tem de ser cantado em espanhol porque só as letras espanholas são as que se adaptam à música do hino. Afinal, estamos aquí por causa da importância da língua espanhola, não é mesmo? Próprio por isso iniciei este post escrevendo uma oração espanhola e por primeira vez irei traduzir para  português unicamente a pedido dos usuários que assim queiram, para que todos treinarmos!

viernes, 3 de junio de 2016

O bicho de sete cabeças: o infinitivo pessoal



-Entonces, querida amiga, cuéntame esta historia,               
sabes, de ese  tiempo verbal muy raro de la lengua                                                                                 portuguesa...  
                                                                                               -¿De qué estás hablando?  


-Del tiempo verbal...ese... a ver, 
como se llama en portugués...   
no me recuerdo...                                                                  
                                                                                           -¿Qué     
                                                                                                                                             

-Ahora recuerdo: el infinitivo pessoal. 
                                                                                            -¿Infinitivo pessoal? 
                                                                                             ¡Acabaramos!
                                                                                            Querida, nuestro idioma 
                                                                                           no tiene  ningú
                                                                                          infinitivo   pessoal, 
                                                                                         ni nada que se le parezca. 
  


-Y entonces, ¿qué haremos nosotras para 
expresar los mismos conceptos que los
lusófonos expresan con el uso de ese tiempo 
verbal?  
                                                                      
                                                                                     -Eso nos queda fácil. 
                                                                                    Conforme al contexto,                                                                                                          nosotras podremos 
                                                                                   usar el infinitivo 
                                                                                  o el presente del subjuntivo. 
                                                                                 Tal vez hasta el pretérito del  
                                                                                 indicativo.
                                                                               Recuerdas también 
                                                                               cuando te dije que es
                                                                              imposible traducirlo 
                                                                             todo al pie de la letra?

-Si, es verdad, gracias.
                                                                         -De nada querida.

miércoles, 1 de junio de 2016

Eh, bem!

Bem, chegamos a outro assunto: o bicho da transitividade. A língua portuguesa gosta de complicar, por isso inventou a transitividade indireta, ou seja: os verbos portugueses podem ser transitivos, intransitivos e também transitivos indiretos. Isso da transitividade indireta implica na regência verbal e daí, dores de cabeça!  Nada disso em espanhol: un verbo espanhol só pode ser transitivo ou intransitivo. Impossível não amar o idioma!

lunes, 30 de mayo de 2016

Me disculpen por la ausencia...

Queridos amigos, os pido disculpa por esta larga temporada sin escribir. Empezó mi pasantía en una escuela y entonces mi tiempo libre de una vez se acabó. Espero que tengan paciencia y continúen estudiando español. Propio por eso de ahora en adelante escribiré (casi) solamente en español, para que vuestro nivel suba! ¡Buen estudio!



ps: ¿Os recordáis los signos ¿ ¡? Si no los recordáis, revisen las clases anteriores.


domingo, 29 de mayo de 2016

Próclise, mesóclise, ênclise

Aquí estamos. Tenemos otra bestia con siete cabezas (he he, um outro bicho de sete cabeças -ok, había dicho nada más de escribir en portugués, pero una pequeña ayuda de vez en cuando no os sentará mal, sobre todo en un asunto algo complejo como es este-). Entonces ya les digo que pueden descansar, como que en español no hay nada de complicaciones, afuera de la simple próclise. Los pronombres personales oblicuos átonos en español no tienen la misma colocación del portugués (o mejor dicho, no tienen los mismos dolores de cabeza...): eso porque cuando se unen al verbo solamente pueden hacer parte de él, ocupando la sílaba final. Y, obvio, sin el signo llamado hifen.
Ok, para dejarlo todo bien claro, haré ejemplos:

PT: Mamae, compra-me um sorvete.
ESP: Mamá, cómprame un helado.

Visteis? El portugués y enclítico compra-me, en español se convierte en cómprame y también lleva tilde, porque como que es considerado una palabra única, es bien esdrújula (tal y como en portugués, todas las esdrújulas y sobresdrújulas llevan tilde donde el acento prosódico recae).

Lo mismo acontece cuando hay complemento directo e indirecto a la vez:

PT: Compra-mo
ESP: Cómpramelo

Visteis? Ambos pronombres se hicieron parte del verbo (en este caso comprar) formando una única palabra sobresdrújula.

Ejemplo donde en portugués hay mesóclise:

PT: Amanhã far-se-á uma festa.
ESP: Mañana se hará una fiesta.

Visteis? El portugués y mesoclítico far-se-á se convierte en el proclítico se hará.Y olvídense del hifen. Todo es más simple en español


sábado, 28 de mayo de 2016

Resumindo/En definitiva

Então: quando em espanhol há de por meio pronomes oblíquos átonos, o pronome (ou os pronomes, se houverem complemento de objeto e complemento indireto na mesma frase), a não ser proclítico, se torna parte do verbo formando uma palavra única. E com referência à mesóclise, nem se fala! Tudo certo? Entenderam? 


Entonces: cuando en español hay pronombres oblicuos átonos de por medio, el pronombre (o los pronombres, en las oraciones que presentan complemento directo e indirecto) solamente puede ser proclítico o formar parte del verbo. Y de mesóclise, ¡ni hablar! ¿Todo correcto? ¿Entendido?